sábado, 18 de julho de 2009

O quê que o umbigo tem a ver com as calças?

Adão não tinha umbigo. Umbigo é uma cicatriz embrionária, e para tê-la, basta ter sido um embrião pelo menos uma vez na vida, e olha que não tem como ser embrião duas vezes. Ele e a Eva foram gerados e, por não haver ninguém que pudesse dar de mamar, iniciaram a vida na fase adulta mesmo. Ter um umbigo, nesta situação, seria inexplicável. Não que O Todo Poderoso fosse incapaz de fazer um só pra enfeitar, claro que pode. A lógica deve ter falado mais alto e Ele gosta de fazer tudo direitinho. Agir por lógica me lembra a matemática. Talvez ainda não acharam resposta pra tudo, mas, com certeza, Ele, por ter sido chamado como o Grande Matemático por cientistas que creem numa inteligencia superior como criador do mundo, tem estas resposta e seria ilógico ter uma cicatriz desnecessária.

Os umbigos nasceram junto com os filhos. Os filhos vinham 'amarrados' em um cordão. Logo, nascer seria o dia em que o tal cordão seria rompido e o perfeito rompimento era selado com uma cicatriz. O Adão e a Eva não chegaram a estranhar seus filhos por terem 'algo' no meio da barriga deles, pois não tinham sido ludibriados pela ofensiva ideia de serem indivíduos curiosos (ainda). Entenda a expressão “indivíduo curioso” por um ser pensante, explorador, cientista, filósofo. Vulgarmente são aquelas pessoas chatas pra caramba que vivem perguntando os “por quês” de todas as coisas. A invejável rotina diária dos nossos ancestrais era apenas nascer, passear pelo paraíso, praticar street dance três vezes por semana, fazer compras num shopping mais próximo com um cartão de crédito sem limites (no qual a fatura nunca chegava na casa deles, mesmo porque eram nômades) brincavam de frescobol nas praias sem precisar usar filtro solar, pois naquela época a camada de ozônio dava conta do recado, pra se alimentar era só pedir ao vento que aparecia magicamente na frente deles e, finalmente, pra deixar o paraíso perfeito, não precisavam enfrentar academia (pois Deus não inventou obesidade e outras doenças fruto do tipo de vida que hoje chamamos de vida sedentária), não precisavam votar, não precisavam pagar impostos e não precisavam estudar pra ser alguém na vida. E tudo isto, faziam pelados sem vergonha alguma!
As coisas eram feitas sem o mínino de esforço mental. A Natureza se encarregava de arquitetar todos os trajetos necessários à vida, pois a homeostasia estava no ar. e tudo que poderia acontecer para a tal harmonia desandar era o homem tentar entender esta perfeição e fazer políticas a respeito dela. Nesta época não era necessário pensar pra ter, fazer e agir. Viver naquela época parecia ser tão prazeroso quanto ter alguém poderoso pra ajudar a nos colocar num cargo público extremamente bem remunerado sem precisar passar por um processo exaustivamente seletivo.
Além disto, outros fatores levaram a Deus a não desejar que o homem detivesse o poder de querer saber. A história conta que apenas depois que eles comeram do fruto da vida política (vinda da árvore do saber e da ciência) teve início naquele país, chamado Gênesis, a sede por poder. A primeira CPI começou com Deus, chamando o Adão na rincha perguntando por que ele tinha desobedecido-o. E Adão apenas disse: “Não tenho culpa. A culpada é mulher que Tu me deste, Senhor!” E Deus, por saber de todas as coisas, soube antecipadamente que o domínio da inteligência gera política, que conseqüentemente, corrompe o homem fazendo-o capaz de ser falso, mentiroso, aproveitador, egocêntrico, estúpido, ladrão, criminoso, e etc. Quem não garante que a “pena” seria outra se ao menos ele falasse a verdade que desde que fora proibido teve vontade de dar uma beliscadinha naquela fruta?
Política é uma nobre ferramenta para tentar conseguir aflorar os próprios interesses, que são gerados, genericamente, por uma famigerada fome de querer ter, e para querer ter, precisa saber que existem coisas que se pode ter. Deixa-me fazer a ordem inversa: SEI que existe um carro novo disponível numa concessionária. Quero TER este carro. E, para tê-lo, preciso de uma política comportamental para chegar até no meu objetivo, coisa que antes, apenas era preciso pedir para o vento. Mas como você não tinha ainda a tendência de querer SABER das coisas, você não sentia vontade de querer TER nada. A necessidade básica, homeostasia, que comandava o que era pra ter, ser, falar, vestir, andar, etc.
Se adequar numa política não necessariamente precisa ser visto como algo ruim. A ganância, no ato de governar, que traduz um diferencial negativo na política. Deus não inseriu a ganância no DNA (intimamente conhecida por Ácido Desoxirribonucleico). A ganância foi uma mutação gerada pela incubação da fome do querer saber.
Deixa-me explanar melhor. Papis do Céu nos fez e imediatamente colocou um nome pra ficar mais fácil e evitar confusões. Depois de falar o que não podia fazer, e o que deveríamos fazer na primeira Conferência Mundial, esclareceu que por ter nos feito à sua imagem semelhança, teríamos o poder, trazido pelo nosso DNA, de governar o mundo e dar-lhe nomes às coisas. Apenas depois do evento da desobediência ao manual de instrução, houve uma mutação que acabou desorganizando o coreto.
Tem um grupo de pessoas que adoram tomar um Ácido em festas para ficarem doidões. Antes que me escrevam perguntando onde, por ventura, e como se faz para arrumar este tal Ácido tão escandaloso, permitam-me explicar que este ácido desoxirribonucleico não dá "barato" mais. Deus vetou esta excelente função na mesma época quando proibiu a entrada de vinho no céu. Mas entendam, foi para o nosso bem. Creia! Ele sabe de todas as coisas. Viu no futuro, principalmente depois da invenção da televisão e exatamente após o advento tecnológico da internet, que não passaríamos mais a ter interesse de fazer, do DNA, algo extraordinário. Aliás, as plantas e animais conseguem, pois a homeostasia tem mais liberdade de atuar por lá. Existe uma planta, inclusive, que brilha igual ao vagalume por uma alteração no DNA, manipulado pelo homem. Ao contrário do que se pensa de que o homem evolui-se, na verdade, acontece que evoluímos o mundo, ou seja, as coisas ao nosso redor. Vacas, hoje, produzem e excretam medicamento no leite, por exemplo.
Presenciamos uma geração que nasce sem erupcionar os 2 pares dos dentes cisos, onde na geração dos nossos avós, não viam a hora disto acontecer. O que me leva à seguinte conclusão: estamos involuíndo. E tem mais, se alterarmos nosso DNA desordenadamente, adoecemos – câncer, por exemplo, e morremos. E não me venha com essa historinha de que um fajuto código de ética de proibir experimentos em humanos é a causa de estagnar a evolução da nossa espécie. Tudo politicagem, está na cara.
E por falar novamente em “política infectada pela ganância”, pergunto-lhes: Quando foi, exatamente, que Deus brecou este lance de “ácido nucleico” não dar mais “barato”? Não sei, mas tenho uma dica. Deve ter sido logo após que as Vidas no planeta passaram de “evoluíntes” para selecionadores naturais (intimamente mais conhecida por “Sobrevive quem for o mais forte”). Que curiosamente tem tudo a ver com política, que por causa de uma desobediência e de uma fruta, tirou-nos o poder de viver sem ter que necessariamente se inundar na ganância. Por isso que nunca consigo emagrecer com dietas. É trauma, pois todo nutricionista ordena comer todas as fruta à vontade, exceto aquelas que engordam.

terça-feira, 23 de junho de 2009

Um ensaio sobre a decepção

ANTES DE LER O CONTEÚDO DESTA CRÔNICA, GOSTARIA DE PEDIR-LHE ENCARECIDAMENTE QUE LEIA TODO O CONTEÚDO. EXISTEM 02 (DOIS ATOS) E O PRIMEIRO É TOTALMENTE DEPENDENTE DO SEGUNDO.

OBRIGADO E DIVIRTAM-SE

"Infeliz daquele que morreu antes de acabar o espetáculo. O ponto final faz toda a diferença."



UM ENSAIO SOBRE A DECEPÇÃO


PRIMEIRO ATO

Anule-se. Finja como se não estivesse fazendo nada e tudo que se comprometeu em fazer você usou parte, da tua vida, "verdadeiramente ocioso" - seja absolutamente convincente. Se precisar, esqueça que você tem outros amigos, parentes, família, e, inclusive, que esteja namorando e há uma pessoa especial no qual você queira dividir tal tempo com ela. E, se for o caso, termine. Esteja 100% envolvido nesta relação de amizade.

Ignore quando for ignorado. Para a relação durar bastante tempo, descarte qualquer sensação de que você é uma sobra. Adormeça teu senso de ridículo e procure sempre agradar a pessoa se importando com o bem estar dela. Cegue-se, caso for necessário.

Exponha tudo que você é. Jamais pense que teu íntimo, tuas lágrimas, teu âmago, tuas crises e tuas economias estão desprotegidos perante a pessoa que o assiste.

Dedique-se em tempo exorbitante. Negue seus desejos, seus encantos e seus amores. Aliás, quem realmente se presta a esse favor, de causar decepções nos outros, jamais se importará se você também é capaz de gostar da mesma pessoa no qual ela deseja brincar com os sentimentos. Se precisar, seja cruel também.

Engorde, caso estiver incomodando. Emagreça, se estiver causando ojeriza, contraia dívidas, para causar bons agrados. Esgota-se, caso for coveniente a tua presença numa balada em que no outro dia você precise trabalhar. Dedique em tempo exorbitante.

Anule-se. Sempre seja "o segundo" em tudo. Mas tem que ser em tudo mesmo. Se não, a pessoa pode ter um piti e usar isso como impecilho pra não olhar na tua cara novamente. Aliás, com o tempo, quando cair a fixa e a decepção começar a tomar forma de depressão, a triste verdade vem à tona e verás que na verdade a tal pessoa não queria mesmo é olhar na tua cara sem ter que assumir esta posição pessoalmente.

Esqueça seus gostos. Seja conivente com o gosto alheio e não seja autêntico. Aquele restaurante que você adora, não presta. Aquela música que você quer ouvir, é um saco. O filme que você quer assistir junto, ops... sumiu, saiu de cartaz, ou a pessoa já o assistiu naquela vez que você estava com dengue ou trabalhando! A roupa que você adora vestir é brega demais. Aquele assunto que você marcou anciosamente de tratar num determinado dia não vai rolar e você só descobre isto no dia, quando você fica sem jeito de ligar pra lembrar do compromisso, pois a pessoa já fez questão de não estar disponível pra qualquer outra coisa desde o dia anterior.

Se a outra pessoa usa os traumas da infância pra agir mal contigo, supere! Os que você sofreu precisam ser indolorosamente esquecidos. Afinal, nesta relação não existe espaço para o que aconteceu contigo. Faça acreditar que você sempre teve tudo do bom e do melhor. Aliás, tudo pra você é um mar de rosas e jamais tente bancar o mártire. Se quiser ajudar, rebaixe-se.

Pinta e borde; cozinhe, lave e passe; toque, cante, bata tambor e chupe Tic Tac; assovie e chupa cana-de-açucar.

Aceite os favores, mas jamais deixa transparecer que você tem a plena consciência de que aquilo vai custar-lhe caro.

Acredite nas promessas. E não esqueça de acender velas à elas. São sagradamente esquecidas, principalmente quando é fruto de algo que você pediu.

E sirva de bom currículo para a ressocialização.


SEGUNDO ATO

Para este ensaio, passe por tudo isso e um pouco mais. Mas, para fechar com chave de ouro com direito a suicídio não esqueça deste ingrediente fatal:

Esperar perfeição nos homens, é nadar, nadar, nadar e morrer na praia. É acreditar no inacreditável. É enxergar a divindade numa coisa mitologicamente dependente de purgatório.

Coloque teu rabo no meio das pernas e para de se achar melhor do que qualquer outra pessoa neste mundo. Exaltar-se por achar-se todo certinho não vai fazer de você 'mais merecedor' do que qualquer outro no mundo. Inclusive do maior criminoso do mundo. Eu até colocaria outra frase terminando com a palavra "mundo", mas o objetivo em questão é implantar a idéia de que você não está sozinho nele e muito menos ele gira em torno do teu umbigo. Fazer o que é certo não é mais do que a tua obrigação de cidadania. Não existe a opção "esperar os outros fazerem o que é certo pra depois eu retribuir" numa sociedade organizada. E se fizerem algo de errado, deixa pra quem tem competência de julgá-los.

Quando a tempestade, as coisas ruins chegam a nós, ela não escolhe quem é bonzinho ou malvadinho pra devastar. Ela vem pra todos. Apenas sofrerá os maiores danos quem colocar o coração nas coisas erradas. Jesus Cristo disse certo: "Onde você coloca teu tesouro, ali estará o teu coração" - Mateus 6:21. Se você escolher tomar por tesouro a perfeição humana, temo que teu coração estará numa roubada.

ESTA OBRA É FICTÍCIA, BASEANDA EM UM BOM ESTUDO ANTROPOLÓGICO. QUALQUER SEMELHANÇA COM A REALIDADE É MERA SEMELHANÇA. NÃO EXISTE NENHUM TEOR PESSOAL DO AUTOR PARA COM VOCÊ, LEITOR.

E caso haja realmente semelhança, não tenha medo de ser feliz e aprenda realmente a amar a pessoa que tentou dar a vida por você.



TARCÍSIO MARCHIORI JUNIOR

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Quer se expressar?

Considero algumas invenções essenciais à vida. Entre elas você encontrará As Placas. Por exemplo, se você quiser salvar a vida de alguém por exemplo, faça uma placa "Cuidado, piso molhado". Tem aquelas com objetivo de trazer praticidade, como as placas indicando o local de inscrição de alguma coisa: "Para inscrições em alguma coisa, favor seguir adiante". Tem umas que chegam a ser óbvias demais, como aquelas com símbulos dizendo que ali tem uma curva (como você não tivesse vendo uma curva ali). Mas para seguir a legislação local, necessita ter uns avisos óbvios para nenhum idiota usar como desculpa: "Ahhh, São Pedro, não tinha nenhuma placa avisando. Se tivesse talvez eu ainda estaria vivo".

A placa é um fenômeno em que exclusivamente pode trazer qualquer tipo de informação apenas afirmando ou negando. Seja ela o que você pensa sem que você tenha que necessariamente estar no local, ou até mesmo outorgar proibições para evitar sérios prejuízos.

Suas versões variam. Existe a formal, que segue padrões excluindo a influência étnica dos espectadores locais e podem ser identificadas em qualquer local público. Geralmente são usadas em lugar de circulação em massa, como o trânsito, nos comércios, nas corporações, shoppings centers, repartições públicas em geral. Existe as informais, onde um pequeno grupo com valores étnicos em comum consegue entender sem ter que pensar muito a respeito. Por exemplo, dentro de uma república, numa casa de família, entre colegas de trabalho em repartições particulares, como escritório de uma empresa por exemplo. Muitas vezes requer que faça-se uma pequena reunião para explicar seu contexto.

É nas placas que conseguimos também, em curtíssimo tempo, expressar o estado de humor do autor. Nesta placa "Favor pegar teu dedo preguiçoso e apertar a porra da descarga", por exemplo, você enxerga o quanto este autor revela uma pessoa dócil, paciente. Provavelmente deve ser o(a) zelador(a).

A seguir algumas placas como exemplo da nossa diversidade étnica. Divirtam-se:







domingo, 21 de junho de 2009

Era uma vez meu nascimento.

No ventre da minha mãe, aos finalmente do nono mês, me bateu uma crise maníaca que me fez desafiar todos os meus amiguinhos órgãos. Disse-lhes que eu iria sair daquele lugar custe o que custar! Morreram de rir da minha cara e falaram que a última que estava lá, quietinha, bem cômoda foi “cagada” expressamente por um buraco que se dilatou lá embaixo. Tentaram esconder Isso de mim, mas isto estava prestes a acontecer comigo a qualquer hora e que eu não precisava fica preocupado quanto a isso. Tentei apurar os fatos, mas me falaram que duas foram assim. A primeira demorou bastante, mas a segunda, quando eles menos perceberam, ploft!

Não pude disfarçar meu desespero perante este fato. Queria sair daquele “apertamento”, mas não estava nem um pouco afim de ser “cagado” como as outras foram. Contaram mais detalhes, parece que ao sair, já do lado de fora, eles puderam ouvir o choro desesperador dela. Apavoradamente, procurei me acomodar de um jeito no qual me deixasse longe daquele tal buraco. Emudeci de medo.

Esta introspecção, como até hoje, durou muito pouco. O fogo no rabo pra sair daquele lugar falou mais alto. Então comecei a chutar todo mundo. Tinha uma meleca na minha frente, coitada, a que mais sofreu (hoje eu sei que ela se chama Placenta). Ela me irritava, pois me ficava muito grudenta.

Quando eu menos esperava, apareceu uma luz tão forte vindo de um buracão que, surpreendentemente, abriu-se à minha frente. Os órgãos ao meu redor mentiram pra mim. Falaram que o buraco era lá embaixo e eu acreditei. Tanto que fiz de tudo pra fugir dele. Tive que xingá-los pra não ficar frustrado. Ainda bem que a tal meleca foi junto comigo, assim não me senti tão só.

Você acha que acabou por ai? Claro que não! Eu, lá fora, quando cortaram o cordão do meu umbigo (que estava todo enrolado no meu pescoço) senti um sufoco muito pior de quando estava lá dentro, junto com meus amigos onça órgãos. Veio uma dor horrenda e um aperto enorme no peito que tive que chorar. Foi minha primeira vez que abri um berreiro. Foi transitório, passou rápido. Foi logo depois que senti um vento gelado entrando pelo meu nariz que o alívio chegou junto. Havia um monte de mulher tentando me limpar e cuidar de mim. Talvez fosse por isso que a dor diminuiu. Tomei simpatia por elas, cuidaram bem de mim. O que não gostei foi do filho da puta que me deu umas palmadas na bunda. De raiva, fiz xixi na cara dele – sem intenção. Nem sabia que podia fazer isto!

Depois de 24 anos, abri meus olhos e acordei. Abri meus braços, estiquei a perna e percebi que eu estava sob minha cama bastante confortável. As vezes leio algumas narrações de pessoas relatando grandes epifanias ao acordar. Sempre consigo admirar o despertar do amanhã como um evento singular e sinto que acordar é um milagre. Pense bem, a colossal bola amarela se preocupa em dar uma volta nesta maluca bola cheia de água só para fazer a gente acreditar que a luz, que trás energia essencial à vida, nasce de novo. Quem bolou isso deve ser muito inteligente. Desenvolver uma mega engenharia que se preocupa conosco. Isto é fantástico e no mínimo fabuloso.

O novo dia representa o renovo, a segunda chance de nascer, o ciclo, novas oportunidades e esperanças.

TARCÍSIO MARCHIORI JUNIOR

sábado, 20 de junho de 2009

Curso livre de Inglês

Você que é mudo(a) e se interessa em aprender inglês fluentemente, assista a este vídeo didático.


ENQUETE:

O que você acha de mais belo na superação humana?

A) A de fazer um curso superior de Jornalismo para que 'nestes finalmentes' você descubra que não precisava dele pra nada, mas, na verdade, apenas basta ter boas influências pra entrar neste mercado que se torna a cada vez mais fútil e irresponsável?

B) Uma pessoa deficiente achar que passar por um papelão desses é superar as dificuldades?

C) Embora estamos pouco 'nos fudendo' para nada disso, pois ainda não é com a gente, honraremos tudo em nome da boa comédia (rir pra não chorar) e do espírito esportivo (fui ofendido, mas estou no lucro). Afinal, o que é um diploma totalmente desnecessário, desprezado e descartado e uma deficiência física perto da corrupção que assola nosso país?


AGRADEÇO A FRIA OMISSÃO POPULACIONAL CONTRA A BOA EDUCAÇÃO NO NOSSO PAÍS


TARCÍSIO MARCHIORI JUNIOR

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Até onde chega a vaidade masculina?

Estou agora digitando com o meu super mega fantástico celular Nokia N95 diretamente da cadeira da minha cabelereira de confiança. Estou pronto para testar uma nova técnica, chamada "Escova Americana", que ela aprendeu neste fim de semana num simpósio do Rio de Janeiro.

Como disse que ela é de confiança, não estou com medo. Mesmo porque, tenho a certeza que fico lindo de cabelos raspados. Acontece mesmo é que estou com aquela pontinha de timidez por me meter desnecessariamente numa fatia que alguns anos atrás pertencia genericamente às mulheres. A mesma timidez de entrar numa festa chique sem ser convidado. Como hoje em dia caiu este conceito de "rosa é só para mulherzinha" (que se depender de mim, podem continuar com a patente) e "azul é só para menino", então resolvi procurar fazer algo novo.

A propósito, sobre este negócio de coisa de Homem e coisa de Mulher, "a coisa" era tão séria que para o homem falar na palava Rosa teria que olhar de um lado para o outro atentamente para ver se tinha alguém por perto. E mesmo com ninguém ao lado, procurava fazer uma voz bastante máscula e timidamente pronunciava apenas para a outra pessoa destinada, e nunca mais tocava-se no assunto. Morria lá. Aliás, medo de afetar sexualidade não é coisa que preocupa as mulheres. Mas também, tadinhas, já sofrem mensalmente com o período menstrual. Provavelmente, por causa desta irremediável adversidade, elas já são compensadas. Em contra partida, nós homens tínhamos (e alguns até hoje) que nos esconder quando optávamos submetermos à técnicas, outrora ensinadas por Nephilins à bárbaras fofoqueiras centenas de anos depois que Eva e Adão corromperam-se comendo coisas indevidas. Técnica tal conhecida por Embelezamento, que pelo contexto histórico, era uma infalível ferramenta para roubar bofe da amiga - que explica muito porque tal procedimento perpertuou tanto no gênero feminino.

Pra nível de nomenclatura do Intercâmbio de Gêneros Sexuais (da sigla HOMENSEMULHERESSEPREPARANDOPRAFAZERCARÃO), os homens que querem fazer "coisas de mulher", estão "Ginecando", homenageando complascentamente o órgão sexual feminino gineceu. E quanto as mulheres que pretendem utilizar a técnica masculina , estão bombando. No quesito "aparência" e Embelezamento, a única coisa que é exclusivo do homem é o benefício em que o uso indiscriminado da testosterona pode oferecer: a de queimar gorduras facilmente revelando um excelente tônus muscular a curto prazo, por pouco tempo. As pessoas se iludem, mas a verdade é essa: tando quem "gineca" ou quem fica "bombando", a coisa funciona rápido, mas se não continuar a se submeter ao "tratamento", a coisa parece ficar pior do que estava antes. Exemplo prático: faça uma relaxamento nos cabelos e não pense depois em fazer uma hidratação pra ver que bosta vai ficar depois? E, já que estou tocando neste assundo, não estou fazendo nenhuma apologia a uso indiscriminado do Embelezamento. O uso de esteróides para fins estéticos (que é algo que cresce a cada dia) é crime e pode levar a morte.

Tanto sendo Homem ou Mulher, em se tratando de comportamento humano, esta coisa de querer se Embelezar-se aproxima muito daquilo que entendemos por renovo. A arte imita a vida, sempre! Por exemplo: as células do nosso corpo renovam diariamente, os modelos de carros renovam a cada ano, assim também como uma diversidade de outras coisas como o comércio, os hospitais, o atendimento ao público-privado (excluo em especial desta categoria o de telemarketing, que continua sempre o mesmo porre), as pessoas que governam (parece que o atual presidente quer quebrar o protocolo) e etc. Quando a pessoa procura 'renovar' algo, nem adianta argumentar que ela já é bonita de natureza e que qualquer coisa que se decidir fazer é uma invenção de moda. Afinal, 'renovo' também pode ser muito bem entendido como "o melhor", e no momento, o melhor é apagar o fogo no rabo da pessoa.

Importante não esquecer que esta fissura da 'busca pelo melhor' é uma indústria bilionária e só não faz parte dela quem já morreu, metaforicamente ou não (exceto funerais de gente rica que paga faxineiro de necrotério para melhorar a aparencia do moribundo para causar boa impressão na hora do culto fúnebre).

De duas, uma: ou me olho no espelho, e por gostar do que vejo, volto pra casa com meus cabelos sem estarem raspados, ou tento fugir de todo conhecido no caminho de volta pra evitar de responder a incômoda pergunta: "Você está tão diferente! Que merda é esta que você fez no cabelo?"

Querem ver o resultado?


Cenas do próximo capítulo? Não, famais faria isso com vocês. Está ai:



UM AGRADECIMENTO À PROPAGAÇÃO PERPÉTUA DOS CONHECIMENTOS DE SEDUÇÃO NEPHILIANA,

Tarcísio Marchiori Junior

P.S.: pra quem nunca ouviu falar em Nephilins, dê uma olhada neste negócio: http://pt.wikipedia.org/wiki/Nefilim

sábado, 13 de junho de 2009

As dúvidas atormentantes

Eu não sei se viro pra lá, ou pra cá, ou se tiro a meleca do nariz enquanto ninguém esteja olhando.