quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

O quê o C tem a ver comigo?

"Ceis" querem saber?

Então vamos começar com o Digno. O Cristo que me salva. Sem Ele eu estaria perdido e muito menos teria os outros "Cs" para apresentar a vocês.

Tenho o Caramba para ajudar-me a aliviar a descarga negativa interna quando bato o dedinho do pé em algum lugar. A outra palavra bastante feia que começa com C, só a uso em caso de extrema necessidade. Cacete? Não! Este é usado pelo policial para meter em gente rebelde por aí. Não sou policial.

O que seria de nós sem os Centavos? Só posto de gasolina os odeia. Põe os preços em milésimos (além do Brasil, na França e no Reino Unido também). Fazer o que, não é? No final das contas a gasolina é Cara por aquilo que fica antes da vírgula e não depois. Mas o meu ponto de vista é, sem os Centavos, a gente só poderia dar esmolas com as cédulas. Desculpem-me! Além de um real não servir pra muita coisa, transformá-lo em moeda apenas o deixou com a cara "0,99 Centavos arredondado para um real".

A Cantoria sempre foi algo fascinante em minha vida. Não só pra espantar os males, mas pra tentar fingir que sou um popstar no meio do banho. Quem aqui nunca pegou a duchinha do banheiro como microfone e fingiu ser uma pessoa famosa? Até o barulho da água no chão parecem ser salva de palma da platéia.

Já Cai do Cavalo. Foi uma queda horrível e por um milagre não morri ou fiquei sequelado. Aliás, muitos acham que, juntando todos os meus acidentes, houve sim uma certa sequela. Sou um pouco "Cuco" das ideias. Embora, as pessoas lá de Casa falam isto pra implicarem comigo, pois contam todos os acidentes com detalhes cruciais e que muitas vezes resume numa tarde cheia de anedotas da vida real, tudo acarretou pra que eu tivesse várias experiências com Deus e sei que Ele existe. Deus pra mim não é uma historinha que o povo conta ou que leu em algum lugar, Ele escreveu em mim Sua história.

Por falar em Casa, eu tenho a plena certeza que passam-se dias, voam-se os anos e vivem-se décadas, mas aquilo que chamamos de Casa vai se consolidando e se transformando em algo extremamente diferente do que aquela Coisa construída por mãos de homens. A família é o segundo maior bem precioso que Deus nos dá. Família é a única igreja que Deus estabeleceu pra nós honrarmos, seguirmos, protegermos, cuidarmos e etc.

Já tive um distúrbio alimentar muito sério. Mas a Comida tem uma participação maravilhosa na minha vida. Adoro cozinhar e Convidar amigos para desfrutarmos de bons momentos juntos à mesa, pois sou descendente italiano e isto deve ter uma correlação étnica. A Comida da mamãe vira Carinhosamente Comidinha. Meu pai é um Mestre Cuca também. Adoro quando traz peixes de sua pescaria em alto mar. Cada um mais delicioso do que o outro.

Por uma vez Comi desordenadamente. Tudo por ter sido uma forma auto-defensiva de equilibrar meu estado emocional. Já tive alguns traumas na vida. Já tratei muitos, como a própria desordem alimentar. A outra, também, foi a capacidade de não conseguir receber Carinho. Eu lembro de quantas vezes ficava incomodado quando colocavam as mãos sobre mim. Mas, por mais trágico que foi o trauma, não existe melhor forma de achar Cura na Compaixão alheia. Se entregar aos Cuidados é a maneira mais gostosa de extrair o melhor da vida. O Cuidado de uns para com os outros, digo, a mutualidade, é a melhor maneira de manter uma sociedade saudável.

Pensando nos "intercâmbios de sentimentos sociais", houve algumas pessoas fazendo "Cócegas em meu Coração". Já fui apaixonado por Cecílias, nunca as beijei. Já tive amigos como a Cristiane, a vida nos afastou. E hoje enquanto o texto é escrito, existe um Cristiano, me fascina. O importante é nunca desistir e manter os olhos abertos para esta luta constante em promulgar a felicidade.

Mesmo havendo um trânsito relativamente grande de pessoas em minha vida, além da minha família, existem aqueles que chegaram para sempre.

Cello Vítor, Guilherme Vítor, Katiane - minha prima, irmã, amante, namorada, esposa ..., teco do meu tico ..., e um monte de coisas ocultas, Cíntia - Uma pérola preciosa raríssima, Willian Sizote - eu tive crise depressiva quando tive que lhe dar a notícia sobre a minha vinda à Europa, Glorinha, Yamazak, meus amados e inesquecíveis amigos Vinícius Moraes - não é quem você está pensando, Betinho - meu primo, que amo muito.

Henrique, Brunella "a fashion", Bruninho Diniz, Larissa "a gostosa", Lucas, Luanna "a princesa", Vanish "a mais legal", e cia limitada da faculdade.

Fabiano Barros, Wagner, Phablo, e cia limitada que a vida me apresentou e jamais poderia esquecer-los.

Sandra Valente, Joe, Dominique, Marias José, de Fátimas e etc, Yara, Angela, Lucia, Nicodemos, Rogério, e cia limitada das comunidades que participo do Orkut.

Janine, Arlindo, Kizzy, Priscila - a minha patroinha farmacêutica que ganhou meu coração pra sempre, Roberta Rocha, e cia limitada de amigos e clientes que fiz na farmácia.

E uma vasta Brava Gente Brasileira com temor servil. Ficando pela pátria livre ou morrendo por ela - o Brasil está em boas mãos, Lula!

Se meu Carro falasse! E olha que não estou fazendo um plágio barato de filme pastelão. Estou falando com propriedade e tenho provas filmadas.

E por falar em carro, jamais posso esquecer os Consertos. Se há algo que sempre me rodeou foi: "Junior, vai Consertar o que você quebrou" - Avestino e sua guitarra, tadinho. Claro que ao longo dos anos esta frase foi substituída consideravelmente por: "Só Junior Mesmo!". As coisas davam certas, incrivelmente. Aliás, era mais pra Cagada do que certo propriamente. Como eu dizia no início, Deus existe. E por falar em Cagada, pra quem me conhece intimamente, bem, vou deixar por aqui mesmo...

Consciência sempre foi algo que meus pais, e hoje minha tia, me ensinaram muito a trabalhar. Você pode tomar o melhor anti-depressivo do mundo, mas o ato de dormir com a Cabeça limpa e Consciência leve oferece bem mais resultados para uma vida tranquila e feliz.

A Calvice não chegou. Não gostaria nem de tocar neste assunto, porém acho inevitável. Afinal, Culto ao Corpo começam com C. Tem gente que não gosta de Carecas e Corpulentos, fortinhos, gordos e Cabeçudos. Tudo bem! Cada um tem seu gosto. Eu, por exemplo, não gosto muito de gente que liga apenas para o Corpo das pessoas.

Ainda não Casei, não sei se levei Chifres e odiei lembrar que Chifres começam com C. Assunto Complexo. Simplesmente fica a deixa: sempre o Chifrudo vira a vítima. Não tiro a razão. Exceto as pessoas "doentes que só pensam naquilo", pois pra todo doente da cabeça existe seu hospício, muitas vezes, Colocar a Culpa nos outros é muito fácil. Difícil é assumir a verdade que para a maioria dos erros fatais sempre existe uma razão crucial. "Em briga de casais não se mete colher", cada um tem a sua versão. Muitas vezes o marido chifrudo é aquele grosso que vive engordando e peidando na hora do jantar e a infeliz da esposa é aquela mulher que não se depila há séculos e não toma nenhuma medida pra melhorar a culinária. Se não são adultos o suficiente para resolverem Civilizadamente suas agouras, que levem o caso paro o Juiz. Não tenho nada haver com isto. Caso que precisa de intervenção de um "ser social superior", pra mim, é coisa pra casal composto por pessoas complicadas, complexadas, fracas e mimadas.

“Vem aqui e resolva as coisas na minha Cara. Eu tenho Coragem pra assumir meu erro, mas e você do teu?” – isto sim é relato de uma pessoa descomplicada, simples, forte e independente.

Uma vez me disseram que eu não sou Caridoso e sim Castrado. Nem quis perguntar o porque disto. Perdi muito o Carisma. Já fui extremamente mal interpretado por causa dele. Quem ainda me vê assim, considera-se privilegiado.

Adoro a palavra Calejada. Como adjetivo popular, atribui a alguém um status experiente. Crescida, não em estatura, mas na maturidade. Embora, eu seja apenas uma criança de 25 anos, acho que já estou Calejado com algumas experiências de vida. Não vejo a hora de esperar o amanhã para ver o que me espera.

Hoje estou assim, amanhã, “C” que sabe!

TARCÍSIO MARCHIORI JUNIOR

- Crônica feia por mim apenas pra lembrar Coisas boas pra reviver e relembrar.

"Prossigo para conquistar aquilo para o que também fui conquistado por Cristo Jesus. Irmãos, quanto a mim, não julgo havê-lo alcançado; mas uma coisa faço: esquecendo-me das coisas que para trás ficam e avançando para as que diante de mim estão, prossigo para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus" (Filipenses 3.12-14)


- Crônica editada gentilmente por Tarcízio Barbosa.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

E foi verdade mesmo?

Fiz canjiquinha para o natal. Não sei se você conhece. No Espírito Santo, lá no Brasil, também a chamamos de Pela-égua. Resumidamente, é feita com flocos de milho e, dependendo da tua dieta e da disposição da dispensa, você pode incrementar com tempero verde, cebola, ... , e carnes, tipo, costela e linguiça de porco, bacon. Tem gente que põe frango pra ficar menos calórico.

O pessoal daqui de casa me caçoaram. Tentei tirar por menos dizendo que havia confundido natal com "Festa Junina" (pela égua é feito nas festas juninas e julinas). Este foi o primeiro natal que passo tão distante da família. Praticamente, um oceano inteiro nos separam.

Só eu comi. Mas também, pudera! Eu e meu guisado de flocos de milho com um peito de frango (imagem acima meramente ilustrativa) estávamos disputando com Pernil, Peru, Salpicão e Vinhos Australiano e Carbenet que os outros prepararam. Nem lugar na mesa havia pra minha canjiquinha fajuta. Confesso que canjiquinha sem porco, não dá e a minha dispensa não colaborava! O único lugar que sobrara ficou para colocar o pacote de guardanapo todo enfeitadinho com figuras natalinas.

Foi assim a minha véspera de natal. Em casa.

No outro dia, no natal, juntei todos os meus esforços para não deixar a canjiquinha estragar. Não sei se você sabe, mas flocos de milho rende pra caramba! Me surpreendi! Então, pra colocar meu plano em prática, fiz uma planilha. Comi a canjiquinha no café, no almoço e no jantar. Como? Com torradas, com pernil (o peru havia acabado) e com salpicão, consecutivamente.

Foi assim o meu natal. Em casa.

Digamos, por questão de nomenclatura que a véspera de natal (o dia 24), pra mim, simbolizou o menosprezo. E o natal (dia 25), foi a valorização das sobras.

Se eu juntar numa frase, fica a seguinte contradição: Então um menino vos nasceu. Por isso, seja menosprezado e depois, valoriza as sobras dos outros.

Antes que você possa ter compaixão e consentir por qualquer coisa, antes, saiba que tive um feriado muito bom! Sim, foram momentos felizes. Principalmente depois, no dia 26. Aqui em Londres existe o boxing day, que é a versão inglesa de liquidação. Só que aqui não é brincadeira ou algo pra gambelar consumidor. Sete horas da manhã já tem filas nas lojas para comprar artigos, que outrora, custavam 50£, passaram a estar 18£, por exemplo.

As sobras das lojas tinham um gosto bom, assim como as sobras de comida da ceia. Pra ser exato, natal aqui fica bom mesmo é depois!

E assim foi o meu pós natal. Em Croydon (onde tem shopping centre mais próximo daqui de casa).

Segundo alguns especialistas natal é mais uma data comercial do que religiosa. Muitos comemoram-na sem acreditar que Jesus Cristo seja isto tudo que a religião prega. Não me espantaria se crianças um dia passassem a pensar que aquele velhinho gritando HOHOHO é a versão hippie de Jesus, que por ter atraido problemas com a ditadura, foi exilado no Polo Norte e obrigado a ter que usar aquelas roupas vermelhas por causa do frio (era a única que tinha no abrigo). Contudo, o dia 25 de dezembro foi inventado por vários motivos, e hoje, os dois principais em vista são: vender e comer. Apenas igrejas e instituições cristãs se preocupam em incorporar o nascimento de Cristo nesta festa secular.

O que mais pesa para algumas pessoas serem frias diante desta data é que muitos decidem a compartilhar, serem dóceis, amáveis, caridosos, ... , apenas em um único dia do ano. E a maioria são apenas com as pessoas do círculo de influência. De uma forma bastante trágica, uma data tão bonita passa a ser considerado uma farsa.

Muitos perguntam o que ganhei de natal. GANHEI SAÚDE! Pode até paracer uma resposta frustrada, mas não. Falo daquela que a Organização Mundial da Saúde definiu:

Saúde é um estado de completo bem-estar físico, mental e social, e não apenas a ausência de doenças.

Hoje finalmente vejo alguns dos meus sonhos sendo conquistados. Mesmo tendo meu "estar físico muito bem", pergunto: o que é uma ziquizira aqui, dor de garganta acolá e uma febrinha ali se você consegue deitar tua cabecinha no travesseiro e acordar no outro dia sorrindo por ter a consciência limpa?

Para todos que tenham a consciência da suma importância do que Cristo veio fazer aqui na Terra, desejo um Ano Novo onde você possa comemorar o verdadeiro natal todos os dias.

TARCÍSIO MARCHIORI JUNIOR

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

STOKoMANI, consumir e amar.



Fui numa loja parecida com as LOJAS AMERICANAS, entretanto, possui roupas de marca com um preço super bacana e muitos outros utensílios bastante chamativos. Parecido, mas não é, pois lá vendia Cherry Coke, coisa que não existe no Brasil mais.

E eu, como um 'registrante' sedento por achar material pra encaixotar naquela engenhoca digital chamado de máquina fotográfica, me deparei com esta cena. Típico, não? Todos os mercados possuem a famosa "Sessão de Beleza" e todas estão repletas de mulheres. Aliás, hoje em dia, de homens também.


Esta prosa me faz lembrar de um intercurso que tive, há alguns dias.

Assista a este vídeo:




Eu me surpreendi que ainda existem pessoas, mesmo sem qualificações, tentando se expressar todo o sentimento de amor da melhor forma possível. Então, segue abaixo as...


DICAS ROMÂNTICAS

A vontade de discursar sobre este tema nasceu quando postei o link do vídeo acima numa comunidade que participo no orkut (Lobotomizados) e algumas pessoas me entenderam errado, ou não! Não quis, de fato, expor o Afetado Pelas Setas do Cupido ao Ridículo no vídeo acima. As vezes pretendemos ser criativos sempre quando tentamos impressionar aquela pessoa que faz nosso coração bater mais rápido. Ser usual parece ser chato. Embora exista pessoas que preferem fazer o tipo tradicional. Creio que a chama da verdadeira paixão ainda faz nascer o inédito. E com isso, as pessoas conseguem juntar umas letrinhas e sai coisas deste tipo:

"Nunca se esqueça, nem mesmo um dia. que o ceú se abriu, e que a lua e as estrelas com inveja se esconderam. Dois corações bateram como um só. E, no exato momento, ser teu foi uma das melhores sensações que eu ainda saboreio. Tais lembranças que eu trago na vida, você é a saudade que eu gosto de ter." (frase dita pra mim por alguém. Lindo, não? E pode ter certeza que nunca esquecerei disto.)

Contudo, necessita-se dosar o que pode ser considerado tradicional. As coisas andam mudando demais e várias tribos nascem. E pra isto, temos que levar em consideração que as novas gerações acarretam metamorfose no que por enquanto ainda é considerado tradicional.

Buquês, rosas, serenata, versos, poemas, caixa de bombom, etc. Antigamente, o 'moço' (naquela época jovens como nós éramos chamados de 'moços' e as moças, de 'moças', 'senhoritas'), quando pensava em aprender a tocar no violão uma canção de Pixinguinha para corterjar sua donzela, ele já se preocupava com suas finanças. Aprendia a canção e tinha direito ao ticket de casamento de bônus.

Enfim, estas coisas citadas foram tradicionais no passado. Na atualidade, a coisa é consideravelmente diferente. Hoje para uma 'garota', ou dependendo do nível sóciocultural, a 'cachorra' querer conquistar um 'carinha' por ai, tem que estar disposta a 'topar tudo'. E o 'prostituto', 'tigrão' e 'mané' (ainda no quesito de depender do nível sóciocultural), no mínimo, tem que se cadastrar numa academia pra ficar filé. Ir pra academia para se sentir saudável é brega. Ambos precisam polpar dinheirinho, não pra casar, mas pra poder curtir uma balada de bom nível, com aquela roupinha pra chamar atenção. Nada de ir pr'um boteco estilo 'cagasangue'.

Cultura é cultura e não posso me ridicularizar e nem colocar ninguém no tronco. Quer dizer, no pau. Tronco é coisa do passado. Ou será que meter o pau na cabeça da fêmea humana era coisa dos Paleolíticos acasalarem-se? Me bateu uma dúvida! Mas o que tenho certeza é o seguinte, se existe algo infalível e que nunca saiu de moda foi o Homo erectus usar algo que nunca vai sair de moda. A inteligência emocional e artística. De todos os animais, somente este tem isto desenvolvido (existe excessões).

Afinal BELEZA SE COMPRA E A IDÉIA SE CRIA! E é ai que mora o legado. José de Alencar usou de suas "idéias escritas" para "estuprar" o coração de românticos e românticas até hoje. Já as fotos das revistas Playboy, Gmagazine e cia, durarão até a próxima edição. Roupas, cor e tendências permanecem até a próxima estação. A virgindade acaba em minutos e o dinheiro em segundos.


- Quero dedicar toda a minha inteligência emocional a quem quer. É de graça e faz bem ao coração de ambas as partes.

TARCISIO MARCHIORI JUNIOR

domingo, 15 de novembro de 2009

Chegada!
Parece que ja se passou uns 3 meses. Mas não, apenas uns 5 dias.
A vida corre bem por aqui.

A adaptação ao frio não é tão severo quanto ter que se acostumar com o sistema de teclado alfanumérico daqui. Sinto uma falta tremenda do acento agudo em outras vogais, além da letra "e".

Tentar aprender o francês também não é nada facil também!

Pelo visto, o povo aqui tem muito bom gosto, logo se vestem e se comportam muito bem.

Esta é uma das poucas noticias até agora e vou tentar atualizar tudo isto conforme conseguir.

Graças aos meus verdadeiros amigos, sinto poder ter forças pra continuar. Orem por mim em francês, por favor!
Posted by Picasa

domingo, 8 de novembro de 2009

Meu panegírico!

"... ainda que me dessem a eloquência dos mais saudosos oradores acompanhado do dom da escrita de grandes mestres, não seria capaz de devidamente expressar o infinito de emoções e o turbilhão que se desencadeou na minha alma. Falta uma forma mais exata e digna de te dizer, seja em códigos, palavras o que eu também não entendo. Como dissemos, eu era feliz. Demasiadamente feliz. De repente como num passe de mágica, como que por encanto tudo muda, e ironicamente pra melhor. Constantemente digo que a vida coloca tudo em seu devido lugar. Como no casamento, que em séculos atrás ‘festejados’ foram surpreendidos de no final da festa tomarem um vinho melhor, salvos por um ‘sábio mestre que fez da simples água surgir uma grande bebida’; próximo a cruzar o oceano divinamente nossas vidas se unem. Divinamente sim. Não vejo uma outra forma de classificar essa fusão. Por mais que tenhamos sido bem criados, bem formados, algo maior que tudo isso nos colocou em sintonia.

A sinergia, a empatia do que nos uniu é algo que não acontece sempre. Uma vez que todo sentimento precisa de um passado pra existir. Somente o amor, a verdadeira amizade não, eles criam como que por encanto um passado que nos cerca, nos dão a consciência de havermos vivido anos a fio com alguém que, a pouco era quase um estranho, eles suprem toda falta de lembrança por uma espécie de mágica.

Agradeço a DEUS por ter sabiamente nos preparado e nos direcionado a esse conhecimento mútuo. Como a vida humana é um grande mistério e ninguém sabe o que vai nos acontecer no próximo segundo, é preciso ter coragem, é preciso ter fé. E hoje eu tenho total certeza do quanto eu e você, embora jovens, tivemos a bravura de mergulhar de cabeça no mar da paixão sem saber o que nos esperava. Esses dias que nos permitimos viver juntos me tornei mais nobre. Tive a certeza de que a vida ainda vale a pena e o que ser humano ainda tem esperança.

Renovou em mim o desejo de verdadeiramente viver a vida. Gostar de você como eu gosto me fez e me faz bem. A pureza como nos beijamos e como nos tocamos era o que eu queria viver. Era o que eu precisava. Agora quanto ao que virá, realmente não me importo, uma vez que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a DEUS, a tranqüilidade me cerca por saber que o melhor virá. O melhor pra mim. O melhor pra você. Como disse o sambista:

“fica sempre um pouco de perfume nas mãos de quem oferece rosa...”

e eu adoro sentir o cheiro das suas mãos. Elas exalam mais que o jardim dos maiores floristas.

I wanna know what love is,
I want you to show me,
I wanna feel what love is,
I know you can show me...

It looks like love's finally found me

Toda vez que eu ouvir essa canção, minha alma vai sorrir com o melhor que há em mim."


Mais uma vez tenho motivos pra exclamar com toda a força que tenho que Deus tem me dado pessoas como presentes pra me sentir verdadeiramente amado.

O resto? É resto.

O que me importa agora é o que fica eternizado.

Hoje, você pra mim, é pra sempre - sem se preocupar com o que pode acontecer com o amanhã. Sou feliz por ter você.

TARCÍSIO MARCHIORI JUNIOR

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Bulário Real do Atraso de Vida.

PREFÁCIO

A história de que o ser humano tem imbutido em seu caráter o desejo de querer ter algo muito valioso e também fazer alguma coisa bastante inusitada, pelo menos na cultura ocidental, é fato! Não obstante, é pura verdade também, que na maioria das vezes cometemos o pecado de não arriscarmos o suficiente para realizarmos os nossos desejos. E pior, não se pode esquecer o inafiançável erro de não aproveitar as oportunidades que só vamos ver que cairam do céu depois que elas se foram, partiram, (e muitas vezes) pra sempre.

INFORMAÇÕES TÉCNICAS

O nome genérico deste pecado é a estagnação. E o demônio encarregado, especializado e pós-graduado neste tipo de pecado sempre ganha uma estrelinha na testa do seu mestre quando consegue atrair estas frases torturantes (como estas coloridas abaixo) e, ao mesmo tempo, com uma técnica invejável, fazer a vítima ser incapaz de obedecê-las, por mais convincentes que aparentam ser. Este é seu delicioso trabalho: disseminar a preguiça e o descaso.

Segue as principais frases imperativas:

  • Meu filho, larga este computador! Menina desliga o telefone! Larguem o videogame, já! Vão estudar!
  • Amigo, polpe 20 a 40% (se possível) do teu salário. A longo prazo será primordial para teu sucesso.
  • Sabe por quê aconteceu esta merda? É porque você nunca dá ouvido a tua sã consciência. Age por impulso e depois se arrepende.
  • Vai dormir cedo, caso queira acordar com disposição para fazer uma boa prova.
  • Corte os carbohidratos, urgente!
  • Ela é bonita, mas tem dono.
  • Bem feito! Eu avisei.
  • Que tal levantar esta bunda do sofá e me ajudar a arrumar a casa? - é provado cientificamente que os divórcios começam com frases mais ou menos assim.
  • Veja só o que você vai falar, hein!
  • Acima de tudo, sempre fale a verdade!
  • Não peça demissão agora. As coisas não estão fáceis.
  • Use filtro solar.
  • Saia do sereno.
  • Põe chinelo, escove os dentes, blá, blá, blá...
  • Não misture cerveja com vinho, por favor!
  • Nunca vá dormir brigado com alguém
  • E assim por diante.

PROFILAXIA NÃO TÃO EFICAZ

Graças a Indústria Farmacêutica da Cara de Pau, inventaram um analgésico chamado NACHOPLEIDE - Não Adianta CHorar Pelo LEite DErramado. Seu mecanismo de ação é convencer o paciente de que o tempo passa, e o leite jamais será recuperado, justamente porque as coisas passam e não inventaram uma máquina do tempo. Argumenta-se também que a vaca vive pra isso, reproduz outras Vaquinhas Discípulas e, pra encurtar, mais leite chegará abundantemente no supermercado mais próximo da sua casa.

A não eficácia se baseia em que este paliativo jamais irá reparar os sintomas crônicos que o "pecado da estagnação", transcrita pela ciência como "praga da inércia maligna", acarreta. Muitos, inclusive, são irreversíveis.

Dentre vários, os mais frequentes são:

  1. A energia que você tinha, quando criança, em desenvolver uma atividade cerebral eficiente, hoje, nesta fase adulta, não existe mais.
  2. Virgindade... bau, bau!
  3. O quê? Este é aquele 'Fulano de Tal' barrigudo, esquisito que me dava bola quando criança? Aquela é a 'Ciclana de Tal' que usava um óculos fundo de garrafas que vivia me enchendo o saco pra pegarmos um cineminha na adolescência? MENTIRA!!! Agora baba, baby!
  4. Mandar as pessoas erradas tomarem no cu.
  5. Dizer NÃO pras pessoas erradas, principalmente quando está com preguiça de fazer algo.
  6. Inventar boatos das pessoas apenas pelo bel prazer de brincar com a cara delas.
  7. Etc...

TESTES EM VOLUNTÁRIOS

Paciente sexo masculino, TMJ. 25 anos - Começou a estudar piano clássico quando criança. A princípio, agarrou a oportunidade timidamente. Mas depois, mesmo entre altos e baixos, que viu que estava se engajando no assunto, então resolveu cair dentro. Julgou notar uma sensação muito boa ao ouvir os elogios dos amigos, parentes e de outras pessoas comuns. Também relatou que por saber "mexer nos trocinhos brancos e pretos daquele cacholão de madeira" ajudara no processo de dislexia que sofria no aprendizado escolar. Era claro como era difícil se dedicar, visto que nunca teve um piano em casa, exceto por dois ou três anos, na adolescência, quando uma amiga da família deixou o piano dela emprestado enquanto viajava pra fora do Brasil. Mas eventualmente, com chuva, ou sol, ia à igreja ensaiar no piano de lá, pois o tecladinho de 5 oitavas que funciona até hoje não dava conta mais para peças mais, digamos assim, complexas.

Também, na adolescência, cursou inglês. Mesmo a turma mantendo um nível ridiculamente inferior, conseguiu sobressair. "Meu inglês chega a ser milagre!", confessou. Sua contaminação com a "Praga da Inércia" se deu por volta dos 14 anos. Ao invés de manter a tradição de ter uma vida assim, dedicada aos estudos (sempre era tachado como CDF), e também por causa de péssimas escolhas, como cita o "prefácio" desta crônica, rebelou-se e agiu como se não houvesse amanhã. O sinal mais comum da possessão da estagnação. De modo bem sorrateiro, largou o piano, e também o inglês, apesar de hoje possuir uma milagrosa fluência. Entretanto, não completou o curso avançado, que talvez pudesse fazer muita diferença. Esqueceu que há um amanhã, e também de amar, principalmente a si, embora começara ouvir do Renato Russo (clique pra ouvir também) e nunca agia como mandara - outro sintoma evidente da praga, a tal influência demoníaca.

Outros sintomas apareceram, como distúrbio alimentar chegando aos seus 125 kilos, distúrbios mentais, como o bipolar. Só não ficou doido pois ainda restava nele uma fé que bloqueiava a evolução para um estado pior.

O quadro mudou bastante em tratamentos médicos de auto análise. Conseguiu desvendar a doença e a trata até hoje. Diz que quem se contamina com isto, sempre recebe a visitinha do demônio para novas investidas. Muitas vezes usa artimanhas impossíveis de não ser ludibriado, que depois o paciente classificou como "sérias bobeiras no qual bastava engolir o orgulho e confiar na ajuda das pessoas que me amam de verdade para não cair na armadilha".

Inicialmente, experimentou o NACHOPLEIDE. Apesar de que sabia que aquele leite deveria ter sido usado para alimentar seu ego, aderiu ao tratamento por causa do desespero. Mas na real, "aquele leite faria eu me sentir bem mais nutrido para o meu próprio bem". Quando o medicamento começou a fazer efeito, ficou momentaneamente feliz. Mas, segundo o paciente, estar feliz ignorando o passado não o fazia um vencedor e sim um frustrado e um conformado. Quando refletiu de que nunca é tarde para um nova tentativa de vencer e de recomeço, largou a droga imediatamente.

O mês de outubro teve uma importância muito grande em sua vida. Em profundos momentos de reflexão em Porto Seguro, resolveu tentar se redescobrir. Lembrou-se de seus sonhos, quando criança. E, incrivelmente, num mês, tudo aconteceu.

  1. Pessoas foram se afastando;
  2. Outras mais maravilhosas foram achegando;
  3. Oportunidades de ouro nasceram;
  4. Amor está no ar;
  5. A família está cada vez mais unida;
  6. Milagres têm acontecido;
  7. E conseguiu entender, na prática, o verdadeiro significado do ato cristão: "aquele que disser que ama a Deus e não amar seu irmão, que está ao lado, é mentiroso".

O seu NACHOPLEIDE passou da data de vencimento e descobriu que o melhor remédio, na verdade, é assumir que errou a ceder os catastróficos desejos do comodismo e que, depois que terminar de chorar pelo leite derramado, (pois também chegou a conclusão de ele merece ser chorado pois não é nada fácil a vaca deixar um peão apertar os peitos dela pra soltar um líquido afim de enxer nosso bucho - clique pra ver), deve-se respirar bem fundo e tentar recuparar o tempo perdido.

E ainda recomenda a todos que passam por ele: "Não chorar pela perda é se acomodar. Chore bastante, mas depois nunca esqueça de procurar o fio da meada, pois a vaca sempre vai produzir leite."

TMJ foi encontrado na Loja Carneiro, ainda trilhando velhos caminhos, que não necessariamente precisam continuar no passado. Para manter seu anonimato, colocaremos uma simulação abaixo.



- Crônica escrita por Tarcísio Marchiori Junior, no qual agradece pela preciosa participação de Deus, juntamente com Sua misericórdia, que continua mandando o leite através de seus familiares, verdadeiros amigos e de todas circunstâncias que colaboraram com o desfecho de um trecho perpertuamente feliz.

TARCÍSIO MARCHIORI JUNIOR (despedida do Mister Leonardo)

domingo, 11 de outubro de 2009

Vigiar e Rezar: ferramentas para evolução das eras.

Fazer descobertas é um dos passatempos mais importantes que existe. Para sua boa prática, requer muita destreza em dois principais aspectos:
  • Curiosidade - que surgiu no ser humano logo após o processo evolutivo ter nos dado a visão;
  • Sorte - que foi inventado pelo homem na busca incessante de ganhar a vida de forma fácil.
Não acredito que foi a fome responsável em fazer o homem descobrir o que existe dentro da laranja. A fome pode até ser considerada o estopim ou uma sustentável motivação, mas quem coordenou todo o processo foi a sede pelo conhecimento integral das coisas que podemos ver e sentir - que geram curiosidade. Ou seja, para a teoria virar tese, há caminhos indispensáveis a serem trilhados.
  • Curiosidade, que lhe permite vigiar o alheio. E como todo bom vigia, é indispensável o sentido da visão bastante desenvolvida, que é arte da observação.;
  • Sorte, um conjunto de eventos para favorecer 100% no sucesso das descobertas;
Para atribuir veracidade a essa prosa, contarei a história da descoberta da Penicilina - primeiro medicamento que iniciou a Era dos Antibióticos na indústria médica ocidental. Se existem dois substantivos que perseguem o Dr. Alexander Flaming - o famoso inventor - são:
  • Acaso - nome bonito que dão para sorte;
  • Observação - é a filhinha mais velha da curiosidade;
Já dizia Pasteur, o acaso só favorece aos espíritos preparados e não prescinde da observação.
Depois de exaustivas lutas na pesquisa com estafilococo, cansou-se de não ter observado nada de interessante e, como estava pra chegar uma frente fria terrível em Londres, arrumou as malas e deu-se férias. Na verdade, um cientista verdadeiramente empolgado, com muita fome e sede de chegar rapidamente nos resultados, jamais tira férias, pois seria um completo descaso consigo.

Ainda na metáfora inicial, entenda da seguinte forma, se a fome do cientista - simbolizando qualquer tipo de motivação - para achar o gomo da laranja - simbolizando qualquer descoberta - for pouca, tudo fará com que os resultados fiquem bem distantes. Ele só não para com as pesquisas por causa do 'maldito interesse em descascar a laranja' - simbolizando a curiosidade.

Flaming era um cientista, e cientista é uma raça humana que se distingue das demais pelo seu grandioso senso de curiosidade. As vezes ele fica curioso e nem sabe com o que. Isto até o dia em que a "Sorte" trazer um motivo instigante. Uma coisa leva a outra.
"O curioso vive observando > a sorte dá pistas > a curiosidade aumenta > a sorte mexe mais ainda os pausinhos > a observação e a atenção aos detalhes ficam mais intensas ainda > ... > a maçã cai da árvore > EURECA!"
Enquanto a sorte dava as costas para a personagem, a 'não-fome' de Flaming fomentava seu total descaso com a atual e nada produtiva experiência. O desalento era tanto que simplesmente ele esqueceu umas placas cheia de culturas de estafilococo em cima da bancada do laboratório. Apenas as viu largadas quando voltou das férias. Estavam todas mofadas. Para leigos, estafilococo pertence ao grupo de microorganismo chamados de bactéria e as pesquisas com fungos, que pertence a outro grupo distinto de microorganismos, eram feitas no andar de baixo. Desde aquela época, como até hoje, numa pesquisa séria, é inconcebível este tipo de contaminação: a entrada de interferentes através do descuido em manter o laboratório mais impenetrável possível, ou seja, é de suma importância um laboratório não sofrer invasões externas que podem comprometer o andamento das pesquisas.

Logo depois de voltar a trabalhar, Flaming estava prestes a colocar as tais placas podres esquecidas em cima da bancada para serem esterilizadas quando, por sorte - e põe sorte nisto - Flaming recebeu uma visitinha de um 'amigo', o Dr. Pryce, e com isso, ele deixou pra depois a esterilização das mesmas. Tudo para dar atenção ao amigo, que também é pesquisador. Flaming, pra mostrar que não estava o tempo todo ocioso e desocupado, foi mostrar o "sucesso" que obtinha em sua "interessante pesquisa" - o hábito de mascarar a realidade é praticado milenarmente. Talvez não tinha muita coisa interessante pra mostrar de fato, tanto que apelou para as placas morfadas, prontas para serem descartadas.

- E então Dr. Pryce, como vai? Quanto tempo!
- Sim! Se eu não resolvo aparecer, nunca vamos nos encontrar, não é Flaming?
- Mas é que estou super empolgado com as pesquisas. E por falar nisto, olha que interessante estas placas aqui! Todas morfadas!
- Que incrível!
- Inusitadíssimo!
- Acontece a mesma coisa, toda semana, com os pães de forma que sobram lá em casa!
- ...
- ...

Neste descompasso, ambos observaram halos transparentes que os fungos formavam na espessa colônia de estafilococo - o Staphylococus aureus é uma das espécies mais perigosas e sua colônia forma uma pasta amarelo ouro, que justifica ser chamada de aureus, que é ouro em latim.

Demonstração Didática (a figura é uma demonstração prática pra vocês entenderem):


A curiosidade foi tanta que descobriram que os fungos (chamaram depois de Penicillium) podem produzir uma substância peculiar, e chamaram de Penicilina pela natureza do fungo - a ciência é ironicamente previsível, capaz de matar os estafilococos. A penicilina passou a ser produzida em escala industrial durante a Segunda Grande Guerra e com isso, a humanidade evoluiu para a Era dos Antibióticos. Hoje, vivenciamos a Era do Combate do Uso Indiscriminado do Antibiótico para combater a resistência microbiana, que foi uma outra descoberta e outro assunto intermediado pela má sorte, que também fatalmente acelera o processo de descobertas.

Não sei quantas camadas a vida nos apresenta, mas sabe-se que cada vez que procuramos motivação para descascar esta puta laranja super complexa, novas Eras vão aparecer. Foi dito inicialmente que fazer descobertas é um passatempo importante e isto não quer dizer que tudo que é importante seja sinônimo de "boa notícia". As novas Eras consomem a vida de tal forma que o ser humano precisa constantemente se adaptar. E "se adaptar", sim, é sinônimo de problema.

Em resumo, nem sempre vamos saber se o "gomo da laranja", que se esconde por dentro da casca, será sempre saboroso, mas se não for, fique com a dica de minha amiga Ângela:
"Ainda que esteja azeda podemos fazer o melhor suco, adoçando é claro!" Angela Amado


TARCÍSIO MARCHIORI JUNIOR